Servanttes Alenn - A honra nasce com todos os homens, cabe a cada um manter a sua intacta.

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Servanttes Alenn - A honra nasce com todos os homens, cabe a cada um manter a sua intacta.

Mensagem por Servanttes em Seg Set 21, 2015 6:04 pm

Nascido no sul de Lordaeron, Servanttes Alenn é filho de Seraph Alenn e Mahara Alenn. Servanttes foi treinado por seu pai desde a infância e quando criança presenciou a queda de Ventobravo e a 2° Guerra.

Servanttes Alenn foi integro e reto desde sua infância, treinado por seu pai, foi nomeado Paladino com 15 anos de idade pela Ordem da Mão de Prata. Servanttes sempre lutou em defesa dos pobres, inocentes e oprimidos. Ele lutou, ao longo de anos, em regiões remotas, dando fim ao sofrimento e levando a justiça aos malfeitores. Sua dedicação à justiça e retidão sempre foram e permanecem incontestáveis, e sua honra intacta.
 
 
Os anos passaram e as guerras prosseguiam. Servanttes aos 20 anos de idade serviu na cruzada Argêntea e lutou na guerra contra o Lich Rei.
Ele presenciou muitos eventos terríveis, como o fim da Ordem dos Paladinos do Punho de Prata, a morte de Uther e o avanço da peste. A única coisa que o impedia de se entregar à loucura era a responsabilidade que ele carregava de cuidar de sua irmã, Alexia Alenn.
Eventualmente, Servanttes regressou à terra natal, apenas para descobrir que o lugar de suas lembranças não era mais o mesmo. A floresta outrora verdejante fora corrompida e estava tomada por mortos-vivos e outras forças sombrias. Para onde quer que olhasse, apenas se viam casas e fazendas devastadas, e agora o cemitério do Monte Corvo dominava a maior parte da área. Servanttes, estarrecido, chegou em seu antigo lar apenas para descobri-lo em ruínas. Nesse tempo de confusão e tristeza, Servanttes recebe uma carta informando que seu pai Seraph Alenn foi morto em combate na campanha contra o Lich Rei. Com muita dor no coração Servanntes visita a tumba de seu pai, que já estava morto há semanas.  
O paladino passou horas caminhando entre as lápides, e sua aflição crescia à medida que reconhecia o nome de mais e mais pessoas que faziam parte de seu passado.
 
Da apreensão se fez desilusão e, por fim, tristeza. O paladino caiu de joelhos, chorando. Por horas e horas ele fitou aquela pedra fria, soluçando. E então, Servanttes num acesso de fúria, sacou a espada da bainha e solta um grito feroz ao ar. Depois de alguns minutos o Paladino coloca a cabeça no lugar, e ainda em meio a dor, se lembra que precisa treinar e educar sua irmã mais nova além de cuidar de sua mãe.
Servanttes reúne sua família que estava abrigada no contraforte da eira dos montes e se muda para Ventobravo. Lá Servanttes casou-se e teve um filho, o qual deu o nome de seu pai. A esposa do Paladino morre no momento do parto. Poucos anos depois a mãe de Servanttes também morre.  Com a dor da perda, Servanttes começa a participar de lutas em arenas em vários cantos dos reinos do Leste. Ainda assim, mantinha a maioria dos seus princípios e não deixou de educar e treinar seu filho.
 
Com 28 anos de idade o Paladino coloca sua cabeça no lugar e volta a ser o que era antes, abandona as arenas e se foca em servir a Aliança e ser útil. Pouco tempo depois ele fundou a Ordem dos Templários, uma organização de Paladinos e Sacerdotes que serviam a Aliança. Dois anos depois, cansado do pesa da Liderança o Paladino passa seu cargo à Alexia Alenn, além de descansar um pouco sua mente, foi bom para gerar experiência para sua irmã mais nova.
 
Um ano mais tarde, a Ordem dos Templários se desmembrou, Servanttes passou a servir o Pacto Áureo e em pouco tempo se tornou um dos Comandantes. Servanttes ainda sonha com a restauração de Lordaeron, e com a restituição da Ordem da Mão de Prata.
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