Filhos da Luz: Um Guia de Interpretação para Draenei

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Filhos da Luz: Um Guia de Interpretação para Draenei

Mensagem por DiBastet em Ter Jan 10, 2017 5:40 pm

Filhos da Luz: Um Guia de Interpretação para Draenei



(repostando da outra guilda para que o material não seja perdido no éter. Escrito durante mists of pandaria, e com atualização vindo em breve)
 


História




Era uma vez -a mais de 25.000 anos atrás-, em um planeta muito, muito distante, vivia uma enigmática raça de criaturas inteligentes conhecidas como Eredar. Esses Eredar eram extremamente hábeis com o uso da magia. Magia nesse planeta florescia por todos os lados, e o Arcano era uma fonte constante e um velho amigo. Essas pessoas construíram vastas e incríveis civilizações, bem como cidades utópicas. Paz e prosperidade era o caminho deles, e a vida para eles era paradisíaca.
 
Esse planeta era chamado de Argus, e nele haviam incontáveis tesouros de civilização, de paisagens verdejantes a grandes montanhas nevadas, a grandes metrópoles. Sua cidade mais sagrada era chamada de Mac’Aree, uma cidade de maravilhas. Suas ruas eras decoradas com metais preciosos, e acompanhadas de rios que brilhavam e cintilavam com bioluminescência mesmo em escuridão completa. Outro local muito lembrado pelos antigos moradores era as montanhas nevadas de Kaarinos. Alguns dizem que os Picos Tempestuosos de Nortúndria os fazem lembrar dessas montanhas.
 
A cada dia perfeito, o povo Eredar prosperava, especialmente devido à sabedoria de seu Triunvirato: Velen, Kil’Jaeden e Archimonde. Esses três Eredar eram os mais poderosos magos entre seu povo, e guiavam as vidas de seu povo com entusiasmo e devoção sem-fim.
 
Infelizmente, tal utopia não iria durar.
 
Eventualmente, o planeta atraiu a atenção de Sargeras, o Titã Negro. Kil’Jaeden e Archimonde, uma vez tendo tido audiência com ele, rapidamente concordaram com sua oferta: “Juntem-se a mim, Eredar, e eu lhes darei poder inigualável entre todas as raças”. Velen, porém, não acreditou na sua palavra. O Profeta tinha tido uma visão, uma visão negra e temível: Seu povo se tornaria os demônios os quais estavam a ponto de servir.
 
Acelerado para mudar a opinião de seus irmãos, ele falou com os dois e pediu que ouvissem seus conselhos, para negar a Legião. Desespero preenchia Velen, mas Archimonde e Kil’Jaeden não ouviam as palavras de seu irmão. Ele sabia que Sargeras queria simplesmente conquistar e destruir mundos. E ele também sabia que seus irmãos e mais queridos amigos não possuíam o Dom da Visão que ele tinha. Com o coração pesaroso, ele se afastou deles.
 
Velen procurou, freneticamente, uma resposta. Essa resposta logo veio em forma de uma voz doce, quente e como ventos de verão: “Você não está sozinho, Velen dos Eredar”, a voz disse para ele.
 
A voz começou a conversar com Velen, dizendo precisamente quem, e o que, ela era. Essa criatura era K’ure, um Naaru, e ele desejava muito ajudar Velen e seu povo, pois entendia seu sofrimento. K’ure instruiu Velen a pegar o cristal sagrado Ata’mal -um antigo artefato do povo Eredar- e juntar todos aqueles dispostos a ouvi-lo, e viajar para o topo da montanha mais alta de Argus no dia do ano em que o dia fosse mais longo. Lá, as orações de Velen seriam verdadeiramente respondidas.
 
Esse dia mais longo do ano se aproximava, e enquanto seus irmãos do Triunvirato estavam ocupados se obcecando com Sargeras, Velen seguia o plano de K’ure. Velen contactou aqueles que confiava, e junto com outro de seus amigos mais amados, Talgath, criou uma rede de informação sobre os traidores Kil’Jaeden e Archimonde. Quando finalmente o dia chegou, aqueles que foram unidos debaixo do nariz dos traidores se uniram a Velen no topo da montanha mais alta, conforme instruídos por K’ure. Velen viu que seus números eram dolorosamente baixos; perto da população total eram poucos, mas poucos que o Profeta confiava.
 
Conforme Velen e seus seguidores esperavam o sinal dos Naaru, o plano era revelado para Archimonde e Kil’Jaeden por ninguém menos que o próprio Targath. Mais uma vez Velen fora traído, e aqueles que seguiam os outros dois do triunvirato, agora transformados em demônios, partiram em busca do Profeta e seus seguidores. Esses foram chamados de Man’ari, criaturas horríveis, distorcidas, que apenas vagamente lembravam as formas gloriosas que um dia possuíram. Velen ergueu o cristal Ata’mal ao ar, e olhou para ele no momento em que ele foi acertado por um facho de Luz, e sem nenhum aviso o cristal quebrou, criando uma barreira de Luz que protegeu o Profeta e seus seguidores, evitando que os Man’ari os alcançassem.
 
Foi nesse momento que K’ure os deu uma forma de fugir - uma gigantesca nave dimensional de diamante, que um dia viria a ser conhecida pelos Orcs como Oshu’gun, ou “Montanha dos Espíritos”.
 
Velen, por outro lado, estava chocado, mas grato, pelo resgate de seu povo. Eles estavam assustados e cansados, separados de seu antigo lar. Tudo o que eles conheciam, amavam e cuidavam, havia sido arrancado deles ferozmente; até sua identidade como um povo havia sido ferida, de forma cruel. Foi então que Velen renomeou seu povo. “Nem todos que caminham estão perdidos”, ele disse, e então eles passaram a se chamar de Draenei, que significava Exilado em sua língua natal.
 
Por milhares de anos os Draeneis viveram na Oshu’gun, pulando de planeta em planeta, sempre com as forças da Legião em seu encalço, forçados a nunca poder parar em um local. Com o tempo, K’ure tornou-se mentor e amigo de Velen, e os Draeneis tornaram-se um com os Naaru e seus ensinamentos. Eventualmente K’ure adoeceu (por motivos até hoje não-especificados em lore), forçando a Oshu’gun a fazer um pouso de emergência no planeta que viriam a chamar de Draenor. O outro Naaru da nave, D’ore, morreu no impacto, e foi enterrado onde iria ser conhecida como Auchindoun. K’ure entrou em um estado de vácuo, e os Draeneis foram forçados a deixar os arredores da nave dimensional e colonizar esse novo planeta.
 
Esse novo mundo era relativamente agradável, quieto, com uma variedade de flora e fauna que tornava possível que os Draeneis pudessem viver, mas sem nada particularmente interessante para a Legião buscar, que era habitado por um povo inteligente de caçadores/coletores semi-nômades. Velen ficou em luto pelo seu amigo K’ure enterrado no cristal brilhante, e liderou seu povo esse novo mundo adentro.
 
Por incontáveis séculos os dois povos viveram em um estado de paz cuidadosa: Como os dois povos tinham pouco que queriam ou compreendiam um do outro, contato, ou conflito, era algo raro entre eles, apesar de que os Draeneis achavam estranho que sua nave abandonada se tornara um local sagrado para esses Orcs. Os orcs tinham mais com o que se preocupar nas figuras dos Ogros e Gronn, enquanto os Draeneis viviam em relativa paz, livres dessas preocupações, em cidades como Shattrath, Karabor e Telmor, que eram protegidas por poderosos artefatos de cristal.
 
Mas, novamente, essa paz não iria durar.
 
Kil’Jaeden ficou irado com o fracasso de Talgath em capturar Velen e seus seguidores, mas foi piedoso com ele: Talgath foi ordenado a comandar a expedição de encontrar os fugitivos, e esmagá-los caso não fossem convencidos a retornar. Por muitos longos anos Talgath os procuraria se sucesso, até que um dia encontraria os agora chamados Draeneis em um planeta que nomearam como Draenor, “Refúgio dos Exilados”. Ele espionaria no planeta, até ser descoberto pelos Orcs, e então Kil’Jaeden colocar-se-ia no comando da operação. A partir desse ponto, o destino de Talgath, bem como sua posição na Legião, é desconhecido. Com grande sutileza, Kil’Jaeden convenceu Ner’zhul que os Draeneis eram seus inimigos, mesmo com milhares de anos de paz e pouco contato servindo como prova da existência pacífica do outro povo.
 
Os Draeneis foram em parte complacentes, e não reagiram aos avanços dos orcs tão rápido quanto poderia. Velen já tinha uma vez sido anfitrião para o jovem Durotan e Orgrim Martelo da Perdição, e acreditava que a jovem e feroz liderança orc era admirável e passiva de negociação. Mas Velen não perceberaa influência de Kil’Jaeden a tempo, nem isso faria diferença, pois sem a Oshu’gun, os Draeneis não tinham uma rota de fuga. Velen caiu no erro de tentar visitar o local de descanso de K’ure a essa época, o que apenas agitou os orcs ainda mais, e resultou em sua captura pelo chefe de guerra Durotan, que mais tarde os soltou ao notar que os Draeneis não procuravam guerra.
 
A transformação de um povo guerreiro mas honrado em selvagens demoníacos não é do escopo desse texto, mas basta dizer que a queda de Ner’zhul e a ascenção de Gul’dan terminaram com qualquer chance de paz entre Orcs e Draeneis. Durotan revelou como os Draeneis levaram ele e Martelo da Perdição para dentro da cidade protegida de Telmor, e isso selou o destino da cidade, conforme orcs viciados em sangue demoníaco chacinaram os moradores.
 
Os Draeneis não caíram em silêncio, porém; sua maestria de poder arcano, o poder da Luz mostrada pelos Naarus, e seu tamanho e força naturais permitiam que eles lutassem de forma eficiente, enquanto a dependência dos orcs no poder dos espíritos significava que seu poder caía, conforme eles realizavam ações que os espíritos eram contra. Logo, Gul’dan substituiu o minguante poder xamanístico de seu povo por magia Vil. E os Draeneis não estavam prontos para enfrentar tal poder em massa.
 
Os próximos oito anos foram de luta constante. “Guerra” não descreve corretamente o ocorrido, pois os orcs não tomavam terás ou prisioneiros. Homens, mulheres e crianças, soldados ou não, todos eram passados no fio das armas dos insuperáveis orcs. “Chacina” descreve melhor os anos de horror vividos pelos Draeneis nessa época. Pouco a pouco, os Draeneis perderam tudo o que haviam construído, bem como a vida de incontáveis inocentes, familiares ou não; eventualmente, mesmo Shattrath caiu, em uma tomada sanguinolenta que ainda atormenta guerreiros orcs veteranos até hoje. Gul’dan conspurcou o Templo de Karabor, antigo santuário de Velen, e o transformou em seu Templo Negro.
 
Por mais que tendências violentas fossem presentes nos Orcs, foi a influência de Kil’Jaeden e seu objetivo de destruir os Draeneis que gerou eventos dessa forma. Mas, para Gul’dan, o genocídio de uma raça era apenas um passo para construir seu poder.
 
Conforme os orcs começaram a lutar entre si, Draenor, envenenada por corrupção Vil, começou a se tornar inabitável; os poucos draeneis remanescentes se escondendo em refúgios em locais onde ninguém realmente se interessaria, como o Pântano Zíngaro. Velen foi forçado a ser protegido e removido dos grandes centros populacionais conforme as cidades caiam; forçado a observar seus seguidores serem chacinados em vastas quantidades.
 
Ao longo desses anos, muitos draeneis sobreviventes começaram a ser corrompidos pela energia Vil solta pelos tolos Orcs. Infelizmente, os Draeneis não responderam a essa mudança de maneira tão boa quanto poderia. Já enfraquecidos pela carnificina dos ataques Orcs, muitos Draeneis reagiram a esses Krokul, ou “Degradados”, com repulsa e horror, e os afastaram de sua já reduzida e desesperada sociedade. Essas figuras eram forçadas a se tornarem eremitas, isso quando tribos inteiras não eram afetadas. Muitos recaíram para as trevas e costumes negros, mas outros, como Akama, antigamente sacerdote no Templo de Karabor, mantiveram sua sanidade e se uniram em grupos para se proteger.
 
Nesse estado enfraquecido, os Draeneis seriam presa fácil para Gul’dan caso ele desejasse os erradicar de vez, mas o feiticeiro não se interessava minimamente pelos Draeneis: Era Kil’Jaeden que queria vingança, e esse perdeu interesse com a derrota dos Draeneis, preferindo os ver se extinguindo aos poucos. Gul’dan estava muito mais interessado em arranjar uma forma de manter seu povo vivo, o que não apenas levou a aliança com Medivh para abrir o Portal Negro, como também deu ao resto dos Draeneis um espaço para sobreviver. (Como uma nota adicional, isso permitiu que Os Perdidos, uma tribo de Degradados, passassem pelo portal negro também. Até hoje, alguns Perdidos podem ser encontrados no Pântano das Mágoas e na Barreira do Inferno)
 
Os draeneis estavam feridos e divididos: Velen e seus seguidores se esconderam no antigo ancoradouro de Telredor; Akama liderou seus Crislingua para a sobrevivência; Nobundo, antigamente um Vindicante, andou pelo ermo tentando se reconectar com a Luz Sagrada que lhe foi perdida com a queda de Shattrath. Os Draeneis observaram os orcs morrerem de fome conforme o planeta não era mais capaz de os alimentar, e os observaram serem forçados de volta pelo portal negro. Observaram outros povos entrarem pelo portal para enfrentar os orcs; povos diversos e que usavam poderes da Luz.
 
E observaram Ner’zhul rasgar o planeta, criando o que os povos de Azeroth chamam de Terralém, os restos do que foi um belo planeta. Após isso os Draeneis passaram por um momento de se não paz ao menos marasmo, conforme os orcs tinham coisas mais importantes para se preocupar (como simples sobrevivência), mas também os Naaru da facção Shat’tar chegaram nos restos de Draenor no que seria conhecida como A Bastilha da Tormenta, para liderar a resistência contra as forças da Legião em Draenor; junto com os Aldor, eles ajudaram a reconstruir Shattrath do buraco que a Horda a transformou.
 
E então chegou Illidan e seus aliados elfos sangrentos a Draenor. Akama e sua tribo de Crislingua se aliaram com Illidan, o ajudaram a fechar os portais da Legião e recuperar o Templo Negro das mãos de Magtheridon. Ao mesmo tempo, os elfos sangrentos de Kael’thas Andassol atacaram a Bastilha da Tormenta enquanto os Naaru ajudavam os Aldor a reconstruir a cidade, e com isso tomaram M’uru, o único Naaru remanescente na fortaleza, como prisioneiro.
 
Com Nobundo tendo retornado para Telredor e demonstrando que a afinidade com magia dos Draeneis se estendia também para espíritos elementais e ancestrais que antes os Orcs reverenciavam, Velen começou a acreditar nas palavras de uma antiga profecia sua, e tomou ação direta pela primeira vez em décadas: Uma força conjunta de Draeneis e Degradados atacaram a Bastilha da Tormenta, conseguiram obter o controle de uma de suas quatro estruturas satélite, e partiram de Terralém. Opiniões se dividem se o plano de Velen era fugir novamente, apenas com parte de seu povo, ou se era de entrar em contato com aqueles bravos povos observados avançando Portal Negro anos antes.
 
De uma forma ou de outra, eles foram sabotados pelos elfos sangrentos, e a Exodar, a estrutura satélite roubada, abriu um rasgo pelo Éter e chegou em Azeroth, caindo em umas ilhas controladas pelos Kaldorei. Liderados por Velen, os Draeneis lidam com a queda, cuidam dos feridos e dos povos próximos, e fazem contato com a Aliança, lhes avisando do perigo em Terralém. Eles providenciam para a Aliança informações importantes, e lideram na vanguarda do novo avanço a Terralém contra as ameaças de Kil’Jaeden. Os eventos da expansão The Burning Crusada são além do escopo desse texto, mas é suficiente dizer que juntos com a Aliança, os Draeneis ajudam a derrotar Illidan, bem como posteriormente Kael’thas, que rendido a seu mestre demoníaco conspurcou a fonte ancestral de poder de seu povo para trazer Kil’Jaeden para Azeroth. Velen ajudou no banimento final de Kil’Jaeden e usou o coração puro de M’uru para recriar a Nascente do Sol, provando que os Draeneis são dispostos a fazer o bem mesmo para quem lhes fez tanto mal.
 
Hoje em dia os Draeneis estão em uma fase de expansão. Uns retornaram para Terralém, onde chamam de casa, mas muitos voltaram para Azeroth para honrar sua dívida com a Aliança e ajudar. Sobreviventes por excelência que se recusam a se entregar a caminhos negros, tocados pela Luz pura, magos como nenhum outro povo foi, e ouvintes dos elementos, os Draeneis se esforçam para garantir que o que aconteceu com Draenor não irá acontecer com Azeroth.



Biologia



 
 
Altura: Draeneis são mais altos que Elfos Nortunos, com os homens tendo mais de 2,10m de altura. As mulheres da raça não ficam muito para trás, e são tipicamente mais altas que Elfas Norturnas. Draeneis podem alcançar cerca de 2,65m, enquanto Draenais podem chegar a 2,40, com 2,10 sendo considerado “baixinho”.
 
 
Aparência: Draeneis homens possuem tentáculos saídos de seu queixo, e placas ósseas na testa que se conectam com outras na cabeça, possivelmente gerando chifres. Eles possuem rabos grandes, mantidos eretos pela sua forte estrutura muscular. As fêmeas da espécie possuem diferenças marcantes: Ao invés das placas dos homens elas possuem protrusões ósseas no formato de chifres, e seus tentáculos cranianos começam atrás das orelhas e tendem a terminar na altura dos ombros, além de serem consideravelmente mais finos que os dos machos. Seus rabos também são menores, e com musculatura bem menos desenvolvida. Em ambos os sexos seus cascos são relativamente grande, comparados com outros seres de forma humanoide e cascos.
 
Sua pele varia em tons de azul e roxo, do mais escuro até o virtualmente branco. Seus cabelos são de cores diversas de preto, cinza, azulado, marrom e púrpura, podendo inclusive serem brancos. Eles possuem orelhas pontudas e presas pequenas, mas afiadas. Todo Draenei possui olhos azuis brilhantes. Se eles possuem outras cores por baixo do brilho, ou mesmo íris e pupila, é desconhecido e apenas especulado.
 
Draeneis tendem a ser considerados fisicamente atraente do ponto de vista humano, uma vez que suas diferenças sejam compreendidas / deixadas de lado. Enquanto sabe-se dizer que os modelos do jogo representam apenas uma ideia, um modelo, em muitos pontos é mencionado que draeneis são fisicamente fortes, tanto quanto orcs. Apesar disso, não se sabe dizer se a raça em geral tem um molde de “deus(a) grego(a)”, ou se sua força e beleza são menos acentuados em membros não-aventureiros da população. Fica-se, porém, com a impressão de que passados os cascos, chifres e tentáculos, são homens e mulheres estonteantes; o quanto disso é usado fica a encargo do jogador.
 
 
Idade: No universo de warcraft, as raças mais longevivas também amadurecem mais devagar. Infelizmente, nenhum padrão é oficialmente informado para os Draeneis. Eles são um povo extremamente longevivo, possivelmente imortal. Enquanto não há evidência concreta que isso seja verdade para a raça toda, Velen é explicitamente imortal. Sejam mortais ou imortais, eles vivem o suficiente para que alguns NPCs, notavelmente Velen mas não limitado a ele, se lembrarem de Argus, o que os coloca em mais de 25.000 anos de idade. O mais perto que pode se mencionar sobre seu envelhecimento é em Rise of the Horde, onde Durotan menciona que uma criança em Telmor permaneceu virtualmente igual após três décadas.
 
É seguro assumir, porém, que draeneis adultos nasceram antes do surgimento da Horda e da transformação dos Orcs. Seu personagem pode ter sido de Argus, nascido durante o exílio da Oshu’gun ou de draenor dos tempos de paz. De uma forma ou de outra ele vivenciou os eventos da destruição de seu povo, tão recentes para um povo tão longevivo. O artigo http://www.wow.com/2008/06/01/ask-a-lore-nerd-youre-how-old/ contém especulação válida (apesar de não-oficial) do valores de idade. O recomendado, porém, é deixar os números vagos, afinal de contas é mais provável que os draenei, tendo vivido em tantos planetas e sendo tão longevivos, contem idade por eras do que pela concepção de anos de 365 dias de Azeroth.
 
 
Uma nota sobre Imortalidade Biológica e Gestação
 
Wikipedia diz: “Imortalidade biológica pode ser definida como a ausência de um aumento sustentável da taxa de mortalidade em função da idade cronológica. Uma célula ou organismo que não experimenta, ou que em algum ponto futuro para de envelhecer, é biologicamente imortal.”
 
A idade diferente dos Draeneis é importante de ser considerada em Roleplay. Não se sabe se eles (além de Velen) são imortais ou apenas vivem muito, mas é fácil de compreender que eles não tem uma taxa de natalidade grande, ou seus números seriam imensos, dada sua idade. Velen inclusive menciona em um ponto em Rise of the Horde que, quando nasce uma criança, é algo que é celebrado por toda a população draenei. Eles vivem e agem como uma comunidade, uma família de centenas de parentes, mesmo que distantes, e precisam cuidar um do outro para garantir a sobrevivência a espécie.
 
Idade mental é também outro quesito complicado, o que torna novamente válido deixar a idade do Draenei em termos vagos, e não anos. Uma criança draenei de 50 anos certamente tem bem mais experiência de vida do que uma criança humana de 8. Pensamento divergem se eles possuem uma mentalidade desenvolvida como de uma criança humana (de acordo com neuropsicologia, ou, ainda mais fácil, as teorias das Fases de Piaget), sem transformar essas experiências em algo maior; se tem a mesma mentalidade mas mais experiência; ou se a experiência as torna adultas e maduras mentalmente.
 
Pessoalmente, e aqui repetimos, pessoalmente, acreditamos em uma linha de pensamento mais parecida com as raças longevivas de outros cenários de fantasia, como os de D&D: A criança/adolescente ainda não tem o desenvolvimento cerebral (ou as fases de Piaget) de um adulto, tendo o comparável a uma criança humana de idade “similar”, mas possui certamente mais experiência de vida, por mais que não possa transformá-las em grande coisa, devido a sua imaturidade.
 
 
 
Sociedade

 
 
A Luz
Muito antes dos draeneis serem ensinados os caminhos da Luz, o Arcano era sua principal fonte de poder, sendo comum em Argus. A Luz foi ensinada a eles pelos Naaru, em particular K’ure, e é a mesma Luz da Igreja da Luz Sagrada. Existe especulação de que Eluna poderia ser um Naaru ou similar, inferida pelo próprio Velen devido ao fato de ela ter todos os traços que os indicam, especulação refutada por Tyrande, devido a ser um ponto central de sua fé. Fontes mencionam Eluna como uma deusa, mantendo a especulação apenas isso.
 
Existe muita especulação sobre a influência dos Naaru sobre os Draeneis, que eles foram transformados fisicamente pela Luz, tornando-se mais suaves e claros, ao contrário de puramente alienígenas; e é feita uma correlação com a evolução de Troll em Elfo. Existe até mesmo especulação que os Naaru são maus, mas essas são tão bem fundadas como as que Jaina foi possuída por Sargeras e por isso agora está “mauzona”. Acredite no que preferir...
 
 
Paradigmas
 
Não há muitos exemplos oficiais no momento para se basear (esperando-se muito mais com Warlords of Draenor), mas alguns arquétipos comuns podem ser listados. Por favor, entenda isso como uma guia, de termos gerais.
 
Tradicionalistas: Os draeneis costumam ser mostrados como estoicos, profundamente ligados a Luz. Essa atitude pode levar outros a os enxergar como taciturnos ou frios. Esses tipos tradicionalistas veneram a Luz e os Naaru profundamente; sendo para eles o mesmo que ar e água. Os exemplos mais notáveis são Velen, os Aldor, e sacerdotes e paladinos espalhados pelo mundo.
 
Neutros: Os tipos neutros representam mais o povo comum, cujas preocupações são imediatas. Pegue como exemplo o cidadão típico da Exodar. Eles pensam menos da luz do que do momento, apesar de terem ela em suas vidas. Se são ligados firmemente a religião, eles não denotam em suas vidas diárias.
 
Exploradores: O povo draenei ama explorar novos ambientes, e diversos podem ser encontrados em locais longe da Exodar, como o Vale Gris e Feira de Negraluna; seja para colonizar, trabalhar, conhecer, mapear ou toda uma outra miríade de opções. Esses draeneis tendem a ter uma mente aberta, e absorvem conhecimento facilmente.
 
Draeneis Maus: Alguns diriam que draenei corruptos ou maus não podem ser usados pelos jogadores, e isso é particularmente verdade para aqueles que consideram a hipótese de interpretar um Man’ari. Enquanto certamente existem draeneis que tenham abandonado sua missão racial, ou mesmo “caído” e se unido a cultos, tendo ficado loucos ou alguma outra coisa, é extremamente não recomendado que se use esse arquétipo. Tais tentativas de jogar uma raça em seu absoluto contrário tendem a ser vistas como infantis e uma tentativa vã de ser “diferente” só para ser diferente. Lembre-se, uma coisa é ser soturno, severo, outra é ser mau.
 
Mesmo assim, interessados devem tentar conhecer o máximo possível de draeneis, e suas facções negras, como os Auchenai, caso queiram ser levados a sério e não simplesmente ignorados como mais um “sou mau como o pica-pau”.
 
 
Facções
 
Continuando a ideia pessoal de arquétipos, seu personagem pode ter ligações com as diversas facções dos draeneis. Segue um resumo sobre cada uma delas.
 
Exodar: Os draeneis da Exodar são seguidores do profeta Velen, e que permaneceram em Azeroth depois a derrota da Legião em Draenor. Unidos à Aliança, são heróis tanto como pessoas comuns também. Possuem vilas nas Ilhas Névoa Lázuli e Névoa Rubra; criam Elekks e possuem amplo conhecimento com a tecnologia mágica dos Naaru, como a Exodar.
 
Aldor: Uma ordem de sacerdotes Draeneis que eram acólitos do profeta Velen. Eles sobreviveram a destruição de Shattrath e permaneceram escondidos até a chegada de A’dal. Hoje, eles são liderados pela alta sacerdotisa Ishanah, servindo aos Naaru. Eles tinham problemas com os Áugures, devido às ações do príncipe Kael’thas, mas se uniram a eles na Ofensiva do Sol Partido.
 
A Mão de Argus: A facção de paladinos dos draeneis é uma organização com base na Ilha Névoa Rubra. Supostamente, todos os paladinos Draeneis da Exodar são membros da Mão de Argus, bem como paladinos humanos eram do Punho de Prata. Sua posição social é bastante similar a da organização humana, inclusive.
 
Sha’tar: “Nascidos da Luz” é o termo normalmente usado para os mestres Naaru de Shattrath, porém a maior parte de seu poderio militar é draenei. De acordo com um guarda em Shattrath, existem bases avançadas para enfrentar os remanescentes demoníacos de Terralém, especialmente na região da Mata Terokkar.
 
Auchenai: O único grupo conhecido de draeneis não-mutantes “maus”. Conhecidos como sacerdotes da morte, eles parecem ter sido corrompidos pelas energia de vácuo do Naaru morto D’ore, e praticam magia das trevas e necromânticas. Não é impossível imaginar um sacerdote sombrio draenei que siga as ideias originais dos Auchenai puros.
 
Kurenai: Uma organização de Degradados que reestabeleceu contato com seus parentes “puros”, residentes em Telaar, Nagrand.
 
Crislingua: A mais notória tribo de Degradados, liderados por Akama, uma vez considerado o mais maligno traidor da raça. Esses degradados foram escolhidos a dedo por Akama para manter uma aparência maligna perante Illidan, enquanto seu plano verdadeiro de guiar as forças dos Sha’tar Templo Negro adentro era montado.
 
Magtoor: Uma miúda tribo de Degradados que atravessou o Portal Negro da primeira vez que ele foi aberto e se colocaram no Pântano das Mágoas, vivendo sua vida quieta desde então.
 

 
Cultura
 
Antes de mais nada, a cultura dos Draeneis foi bastante desenvolvida ao longo dos milênios em volta da derrota da Legião Ardente e a vitória do Exército da Luz. Muito disso pode ser encontrado em missões e nos livros.
 
Família: Devido à baixa taxa de natalidade de seu povo, família é extremamente importante para os Draeneis. Um membro de família nunca deve ser enganado, tirado vantagem, ferido ou de alguma maneira tomada uma atitude negativa. Fatos pegos através de missões indicam que os Draeneis acreditam profundamente nos ideais de casamento e amor, e não são dados a “dormir por aí”. Amor e união são sagrados para os Draeneis; muito como a Luz, amor é tido com o mesmo respeito, colocado em um pedestal bastante alto. Parceiros Draeneis formam relações firmes e profundas um com o outro, dado suas vidas longas.
 
É especulado que as cerimônias de casamento Draeneico não sejam nada como as cerimônias cristãs/humanas, com votos e tudo o mais; muitos acreditando que, como vários elementos de seu visual, seja mais baseado em cultura hindu. Uma mulher que tenha uma criança é parabenizada e cuidada pela sociedade; duas crianças ao longo da vida é considerado uma bênção extrema. Gêmeos são provavelmente muito raros, e tidos como sinais proféticos.
 
Papéis Sociais: Pouco é sabido sobre esse assunto em particular, sendo tópico de bastante controvérsia. Alguns mencionam que a sociedade é provavelmente patriarcal, dadas as figuras representantes mostradas, mas que seja geralmente igualitária. Acredita-se que homens, maiores e mais fortes, são preferidos para papéis guerreiros, e mulheres valorizadas pelo seu provável cuidado, destreza e delicadeza, comparado aos homens. Dado que sua sociedade tem temas fortes sobre o bem de todos e o bem da comunidade, é muito difícil de conceber que exista preconceito sexual em sua sociedade.
 
 
Religião
 
Os draeneis louvam a Luz, que emana dos Naaru a todo momento e faz parte de seus corpos. Se os Aldor podem servir de exemplo, os draeneis são provavelmente o povo mais devoto à Luz, mas de uma forma diferente de outros povos. Para eles, a Luz não é uma ideia diversa, uma filosofia e uma fonte de poder, e sim algo tangível, parte de seus corpos e de sua sociedade, e o caminho da Luz é natural tanto quanto o da magia.
 
Xamanismo: Entre os Draeneis xamanismo é relativamente raro, e considerado como uma forma de desviar da luz. Nobundo, apesar disso, é muito respeitado por Velen. A atitude geral é que Elementos, como parte da Criação, são simplesmente outro conduto para a Luz, um outro caminho para entender a Luz da Criação.
 
 

Personagem


 
Vamos discutir agora, e dar nossas opiniões, sobre aspectos que se aplicam diretamente ao personagem.
 
Classes
 
Paladino: Draeneis paladinos são, em sua maioria, parte da Mão de Argus, a mão militar e força policial da Exodar. Existem outros paladinos que não são da Mão, porém, como muitos deles parte da Cruzada Argêntea. É possível de entender que mesmo esses vindicantes não sejam considerado como “fora” da Mão de Argus, e sim simplesmente membros mais afastados. “Draenei” e “Paladino” muitas vezes é tido como redundância, dado como eles são parte da sociedade. O caminho do paladino é natural para os Draeneis, um tipo de extensão do ser.
 
Sacerdote: Sacerdotes draeneis, como os humanos de Azeroth, reverenciam a Luz Sagrada. Seus sacerdotes são extremamente devotados, pois seu povo enxerga sua sobrevivência como intervenção direta dos Naaru. Devido à conexão natural da raça com a magia, é postulado que, como seus paladinos, seus sacerdotes sejam um tanto que diferentes de sacerdotes de outros povos. Enquanto humanos louvam e pedem a luz por milagres, ou seguem a força de sua convicção no “certo”, Draeneis abrem seus corpos para a Luz e deixam ela fluir naturalmente, sendo mais “canalizadores” da Luz do que “invocadores” dela.
 
Xamã: Como mencionado, xamanismo é uma escolha pouco popular na sociedade draeneica. Seus xamãs geralmente são estudantes de Nobundo, que abraçaram o chamado dos Espíritos. Postula-se que seus praticamente foquem-se mais no aspecto dos espíritos ancestrais do que no chamado dos elementos, considerando isso como uma outra ferramenta para entender a Luz. Eles são uma casta misteriosa e incompreendida.
 
Caçador: Foi apenas em Draenor que a raça aprendeu o prazer e a arte da caça, justamente com os orcs. Draenor era um planeta prístino e perigoso, e a arte da furtividade do caçador era amplamente apreciada não apenas para o sustento, como para defesa.
 
Mago: Os draeneis sempre foram usuários naturais de magia. À bordo da Oshu’gun, eles tiveram muito tempo para continuar praticando sua magia. Para os draeneis, muitas vezes tecnologia e magia não são coisa distintas, o que pode ser facilmente visto em Terralém, especialmente nas masmorras satélites da Bastilha da Tormenta. Suas engenharias usam cristais, fontes e condutores mágicos o lugar de engrenagens e tubos, dando um visual elegante, se alienígena, pra suas construções. É postulado que seus magos sejam um pouco mais parecidos com Feiticeiros (conjuradores naturais que precisam treinar e praticar, ao contrário de estudantes de fórmulas e rituais) em interpretação, apesar de que, em Warcraft, a distinção entre as duas tradições é bem menor do que em outros cenários fantásticos.
 
Guerreiro: Não há nenhum guerreiro draenei famoso, e pouco se sabe sobre eles. É possível que seus guerreiros foquem-se na proeza e poderio físico da raça, bem como a maestria da guerra, deixando de lado os usos da Luz durante o combate, mesmo que não abandone-a em sua vida diária. É provável que seus guerreiros ajam muito como seus paladinos, diferindo apenas nas técnicas usadas e contra qual tipo de inimigos são melhores.
 
Cavaleiro da Morte: Copiando o texto direto do guia de DKs “Os draeneis possuem uma conexão muito próxima com a Luz. É mais do que uma concepção abstrata para eles, como para os Humanos, eles vivem com os Naaru, seres de pura Luz, que garantiram dons e bênçãos para eles ao curso de milênios. A vida é sagrada aos draenei, e eles são uma raça pacífica, com uma paciência imensa, e poderes naturais da Luz que podem facilmente usar para curar ou se defender.
 
Se tornar um Cavaleiro da Morte, porém, certamente cortaria essa conexão com a Luz. A vida desprezada e a morte se tornando uma ferramenta para ser usada pelo Flagelo. Forçados a ir contra tudo o que eles acreditavam e viviam por, o horror de ser libertado e compreender tudo o que ocorreu certamente seria devastador para o draenei a nível pessoal.
 
Mas não seja esquecido que os Draeneis são imensamente capazes de perdão e compaixão. Enquanto outros povos temem e preferem distância de seus Cavaleiros da Morte, os Draeneis são muito mais capazes de sentir pena, ou ainda mais, piedade de seus irmãos; afinal de contas não é culpa da vítima ter sido desfigurada, e, se assim o Cavaleiro da Morte quiser, lhe conceder uma morte rápida e um descanso final repleto de Luz.”
 
Monge: Adicionado em Mists of Pandaria, os Draenei possuem um npc no Vale Ammen, Mojo Malte do Trovão, que sempre esteve por ali, desde a época da Burning Crusade. Ele estava lá, colhendo umas plantas em uma região remota quando BUM, caiu a Exodar. Ele ensinou ali sua arte para os draenei presentes, e alguns deles tomaram a arte da luta corpo-a-corpo para si. E com isso, draenei monges!
 
 
Títulos: Alguns títulos são diferentes para Draeneis do que para outros povos. Mais óbvios entre eles são Vindicantes (paladinos) e Anacoretas (sacerdotes), mas outros ainda existem. Vale a pena procurar que tipo de NPC possui esse título para incorporá-lo em seu personagem. Isso reforça o tema exótico desse povo, e ajuda no RP. Alguns dos títulos mais diferentes: Defensor, Vindicante, Exarca, Neófito, Criptógrafo, Arauto, Artífice, Técnico, Interrogador, Precursor, Pacificador, Vidente, Batedor, Emissário e Provedor.
 
 
Relações com Outras Raças
 
Anões: Os draeneis lidaram mais com os Martelo Feroz no passado do que com os de Altaforja, pois eles eram parte da Expedição da Aliança, liderados por Kurdran. Eles são aliados confiáveis, que os receberam bem em suas terras. Outros anões são provavelmente um grupo misto: Confiáveis, mas obcecados demais em escavar segredos da terra e em beber cerveja.
 
Elfos Norturnos: Os elfos nortunos são provavelmente a raça mais próxima dos Draeneis em Azeroth, sem falar da proximidade física de seus lares. Enquanto eles não conhecem muito sua história nem entendem seus métodos, os elfos noturnos são inimigos jurados da Legião, que já tiveram de lidar com dor e devastação.
 
Elfos Sangrentos: Os draeneis foram rápidos em odiar os Sin’dorei, devido ao ataque à Bastilha da Tormenta, à Exodar, a tentar trazer Kil’Jaeden para o mundo e destruí-lo. Por outro lado, M’uru foi capaz de sentir amor pelos elfos sangrentos, e muitos deles lutaram contra a corrupção de seu príncipe. Ainda assim, draeneis tradicionalistas tem dificuldade em confiar em elfos sangrentos; eles são pequenos, rosados e perigosos.
 
Gnomos: Os Draeneis não tinham tido contato com eles antes da queda da Exodar. Descuido e falta de planejamento praticamente define os gnomos, e então enquanto eles podem ser curiosos em suas invenções, a destruição de Draenor está muito fresca na memória para os draeneis se sentirem muito animados com as invenções possivelmente perigosas dos gnomos.
 
Humanos: Humanos são... complicados. Por um lado, os Draeneis que viram os Filhos de Lothar veem essa facção em uma luz positiva, inimigos da Horda. Por outro lado, humanos normalmente são inconsequentes, zelotes e preconceituosos, alguns abertamente racistas inclusive, comparando os Draeneis com os Man’ari e gerando piadas desagradáveis. Eles tendem a ser vistos como uma raça jovem com muito potencial, mas que precisa desesperadamente de um guia.
 
Orcs: Draeneis e Orcs viveram geralmente em harmonia por 1.000 anos, e então foram massacrados pelos Orcs corrompidos pela Legião. Nem todo draenei, porém, odeia os Orcs, e sim veem a corrupção como o que ela realmente é. Não que isso seja o mesmo que perdoar os orcs pela chacina. Odiar ou não os orcs é pessoal, ambos são aceitáveis.
 
Worgen: Os gilneanos são refugiados, tendo fugido para Kalimdor quando sua terra foi atacada pela Horda. Os draeneis enxergam similaridades com esse povo, apesar de que seus preconceitos típicos de humanos provavelmente permanecem intactos. Os worgen inclusive tem seu semelhante aos Degradados nos afetados pela maldição worgen.
 
Outras raças da Horda: A Horda em geral é vista de duas formas pelos Draeneis, primariamente como antagonista: Perigosa e facilmente provocada. As raças membros da Horda não tendem a ser muito melhor; orcs, trolls e goblins possuem costumes estranhos e pouco contato com os draeneis. Renegados são trágicos, cospem na Luz, e ainda por cima há toda a questão dos Portões da Ira. Em geral, Draeneis se mantém firmemente ao lado da Aliança ao que diz respeito a Horda. Dadas chances de exposição maior à essas raças, as opiniões culturais certamente poderiam evoluir.
 
 
Questões
Uma vez conhecido vários dos elementos de sua história, biologia e sociedade, é importante ainda entender seu personagem como único. As perguntas a seguir são uma boa guia para você pensar sobre seu personagem:
 
-Onde seu personagem nasceu e foi criado? Foi em Argus, dentro de Oshu’gun, um dos mundos em que os Draeneis ficaram brevemente, ou eu Draenor? Se em draenor, onde?
 
-O quanto seu personagem se lembra do mundo como ele era?
 
-Qual era a opinião de seus personagem sobre os orcs na época em que as duas raças viviam em paz?
 
-O que seu personagem fez quando os orcs voltaram-se contra os Draeneis? Ele participou na defesa de sua cidade ou se escondeu e fugiu?
 
-O que seu personagem fez quando seu povo estava escondido? Esteve mais com outros ou era um batedor solitário, ou talvez parte de um grupo pequeno e desesperado?
 
-Como você chegou em Azeroth? A Exodar é a opção óbvia, mas você pode ter permanecido em Draenor e vindo para azeroth apenas com a derrota de Kil’Jaeden.

Fontes: Várias. Preciso recompilar as fontes originais, bem como atualizar o guia para refletir as novas informações.
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Re: Filhos da Luz: Um Guia de Interpretação para Draenei

Mensagem por Rick Petrevil em Ter Jan 10, 2017 11:53 pm

Acho - certeza na verdade - que vou usar algumas coisas daqui para complementar o guia de introdução do sitezinho kkkkk 

MUITO obrigado por ter salvo as coisas XD
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Rick Petrevil

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